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" Conversas sem ferrolho !!!? ": Abril 2007 *
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-  Edição de 25 abril, 2007 -

 

« Amar um " filho " , sem ser pai ... »

- ..ROMANCE ..FICÇÃO.. -

.Talvez seja um blog romance .
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Continuação ( XVIII Parte ).

Algures na imensidão do Alentejo ...
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Verão de 1966 , fins de Agosto .


..........Chico , como que impelido por uma mola , pôs-se de pé correndo para a alcofa . Mas a inexperiência atraiçoou-o , não sabia como pegar no rebento , e ele aumentava o seu pranto . Beatriz ouvindo o choro correu do alpendre para o quarto , acompanhada da prima Maria , mulher de Afonso , acudindo ao lamento . Quando entrou , estava Chico às voltas sem saber como pegar no recém nascido , as suas fortes e calejadas mãos , mais pareciam dois pedaços de cortiça desajeitados , que não obedeciam às ordens do seu cérebro . Vera ria vendo o homem naquela aflição …Finalmente a irmã pegou na criança , e desancou no coitado do Chico :
- Txiii , não tens vergonha ? Vê lá que ele te mordia ! ( rabiou Beatriz , rindo também ) .
- Não sabia como lhe pegar , é tão pequenino , que tive medo de o esnocar . ( respondeu Chico meio absorto , ao mesmo tempo que mostrava as mãos ) .
- Vá , desopila daqui que a moça vai dar de mamar , ou também queres ver ? Se é sabido, o velhaco ! ( continuou a irmã num jeito ironicamente severo ) .
Chico que continuava a olhar para as mãos , ainda não se tinha visto livre de uma , já estava metido noutra . Vera ria , ao mesmo tempo que apertava a barriga por causa das dores . Beatriz vendo o irmão sem jeito riu também , continuando a palestra :
- Vá , vai-te deitar que já é tarde , senão o patrão Américo trata-te do pêlo . ( disse-lhe a irmã , continuando a risota , ao mesmo tempo que embalava a pequena novidade ) .
Chico caiu na realidade , olhou para a irmã e para a prima Maria , depois para Vera , dirigindo a palavra :
- É verdade , já é tarde … nem dei conta das horas passarem . Bem , a alvorada não espera e o dia é de labuta . Boa-noite … ( falava ele , quando foi interrompido por Vera , ao mesmo tempo que recebia o filho nos braços , dado por Beatriz ).
- Espera Chico , querias saber o nome do menino ? Sim , já tinha pensado nisso . Gostava de lhe dar o teu primeiro nome , “ Manuel “ , espero que não te importes , e o segundo o do meu irmão , “ Jesus “ , “ Manuel de Jesus “ , será o seu nome . É a minha forma de gratidão , para com as pessoas que têm sido tão boas para mim . ( disse Vera , com o brilho nos olhos , dando continuidade à curiosidade de Chico ) .
Beatriz e Maria sorriram …
- De veras , claro que não fico chateado , ao invés , até porque também sempre gostei de Manuel , era o nome de meu pai , mas sempre me chamaram pelo segundo , Chico ( Francisco ) , fico feliz , não esperava ! ( disse ele irradiando alegria , da forma que só ele sabia demonstrar ) .
- Por isso mesmo … ( retorquiu Vera , afável) .
Não cabia em si de contente , acabou as despedidas e saiu do quarto acompanhado da prima Maria , que entretanto também se despedira , sem olhar para trás … o pequeno rebento começava a mamar , saboreando sofregamente o seu alimento , sendo acariciado pela mãe . Era um ilustrado lindo aquele , como é sempre esplendoroso o momento em que uma mãe alimenta a sua cria , a ternura dos movimentos , a satisfação de ambos .
Beatriz do outro lado da cama preparava as coisas para a limpeza intima da novidade e apreciava a imagem . Chico chegado ao alpendre , confessou aos presentes o nome da criança , estava deleitado , não parava de sorrir … As visitas foram saindo , a noite era quente e a conversa secara-lhe a garganta , depois de beber dois valentes cocharros de água , lavou o rosto e as mãos . Pegou num candeeiro do alpendre , passou a porta e desceu as três escaleiras da pequena adega , situada no exterior da casa , sua mãe acabara de preparar o camalho . Depois de desejar a boa-noite à mãe , amagou-se .
Dona Anacleta , dormiu no quarto do filho . Beatriz , dormiu na pequena cama onde até então estivera a alcofa do recém nascido . A alcofa , forrada a tecido branco estampado de cornucópias azuis com a pequena novidade , pousada em cima de uma pequena mesa de cozinha , junto à cama onde Vera se encontrava , ficando de modo a que ela o pudesse ver . Beatriz , recolheu um pouco mais a torcida do candeeiro , ficando o quarto iluminado a luz ténue quase sumida . E todos se amagaram .
Chico no seu camalho , não dormia .O seu cérebro era um turbilhão de pensamentos , reviu a sua vida e o dia que acabara … Derrubado pelo cansaço , pouco depois de ao longe se ouvir o badalar das duas da manhã , adormeceu pensando no dia que lhe marcou a vida para todo o sempre …
...........Os dias iam passando , Agosto chegava ao fim . Era de novo sábado , Chico regressava a casa após mais um dia de trabalho , as pedras da calçada já conheciam aquele andar ligeiro , mesmo de alforge carregado com as dádivas de sua patroa , Dona Zefa , avançava pelas ruas e travessas com energia , como se o dia estivesse a começar . Rápido , fazia o caminho da quinta do patrão até casa , ele era sempre assim , mas , agora , desde que Vera se encontrava em sua casa , acamada depois de um acidental e difícil parto , o espírito era outro . Ligeiro como sempre fora , agora ainda era mais .
Chegado a casa , tal como todos os dias fazia , tratava de se lavar e compor . À sua volta os irmãos mais novos brincavam e arremedavam os seus movimentos , era engraçado de os ver , ao sol poente , Chico na sua labuta e os gaiatos riam travessos numa algazarra encantadora . Chico apesar de se querer despachar , brincava sempre um pouco com eles. Salpicava-os com água , ou punha espuma da barba na cara dos mais tagarelas , enfeitiçados , deliravam com o irmão mais velho . O alarido terminava com o fim da entretenga , depois chegava a hora de também eles se lavarem . Dona Anacleta e a irmã mais velha , Beatriz , após prepararem a janta , encarregavam-se desse dever , eles adoravam chapinhar na água , dentro do alguidar de barro .
Chico depois de aperaltado e de loção no rosto queimado do sol , fazia a sua habitual visita . Antes de entrar no quarto , batia sempre à porta , não fosse Vera estar descomposta .
Mas , hoje ele tinha uma surpresa . Depois de bater à porta , do outro lado ouviu-se :
- Entra , a vereda está livre . ( disse Vera , mangando ) .
Chico quando entrou , ficou de boca aberta . A sua amada não estava deitada , de pé e vestida , estava junto à alcofa , acarinhando o seu rebento . Chico , não evitou o comentário de preocupação :
- Já estás de pé ! Isso não te vai fazer mal ? ( questionou ele admirado ) .
- Não , tenho que arribar . A vida não é feita na cama . ( respondeu Vera sorrindo ) .
- Está bem , mas como foi à tão pouco tempo ! ( insistia Chico admirado ) .
- Não te apoquentes , eu tenho cuidado , só me doem as costelas do lado do quadril , da enfusa . ( continuou ela no mesmo tom ) .
- Não é melhor estares sentada ? ( perguntou Chico , preocupado ) .
- Já estou enfadada de estar sentada e deitada . ( respondeu Vera sorrindo ) .
Os dois estavam muito próximos , enquanto Vera compunha a coberta da alcofa , Chico apreciava os movimentos da sua amada , inclinou-se também para a alcofa para apreciar a pequena novidade , bem junto a Vera , ela olhou para ele e sentiram a respiração um do outro , olharam-se nos olhos e o inevitável aconteceu …

.Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência


.Moinante = A.J.S.B.


.Continua brevemente ..

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-  Edição de 14 abril, 2007 -

 

« Amar um " filho " , sem ser pai ... »


.Talvez seja um blog romance .
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Continuação


( XVII Parte )

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Algures na imensidão do Alentejo ...
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................Chico entrou em silêncio , mas o seu rosto irradiava alegria , sentimento e paixão … Parou junto da alcofa , o recém nascido continuava no seu profundo sono , a seu lado estava o cavalinho de cortiça , como se fosse o seu distinto guardião . Chico também ali estivera a quando daquele tamanho , sorriu e olhou para a jovem mãe …
Vera debilitada , deitada no leito de sua mãe ( Dona Anacleta ) , correspondeu com um olhar apaixonado , os seus olhos brilhavam como duas estrelas cintilantes , as mais brilhantes de todo o universo .
Por momentos , a troca de olhares foi o único passadio entre ambos … Os sorrisos , a sensação inevitável do amor , enchiam o quarto iluminado pelo candeeiro a petróleo …
Chico , vagarosamente , avançou e sentou-se na cadeira de buinho junto à cama , um arrepio inundou-lhe o corpo , ficando com pele de galinha , essa esquisita mas incrível sensação, que o fez estremecer …
Vera , estendeu-lhe a mão sem nada dizer , Chico com as suas mãos rudes e calejadas , acariciou a aveludada mão da sua amada , quebrando o silêncio :
- Então como te sentes ?? ( perguntou ele ) .
- Apesar de dorida e fraca , mal sentindo o corpo , não podia estar melhor . ( respondeu Vera docemente ) .
- Tens um lindo gaiato , vai dar um valente rapagão … ( continuou Chico no mesmo tom de voz ) .
- A ti o devo , são e salvo , foste o divino … ( disse Vera no seu mais profundo sentimento ) .
- Faria o mesmo por qualquer pessoa , mas quando vi que eras tu , o meu coração quase parou …e falou mais alto . Não te podia perder , vi os meus possíveis sonhos a escapulirem-se , como a fina areia da ribeira que escapa por entre os dedos … ( Chico , dito isto , voltou a afagar a mão de Vera ) .
Lá fora estava uma magnifica noite de luar , mas era ali dentro daquele quarto que a luz era mais intensa , a alegria e o sentimento humano em todo o seu fulgor .
Chico não cabia em si de contente , levantou-se , foi até à alcofa e olhou de novo para o pequeno rebento …
Não , não era seu filho , possivelmente com o passar dos anos poderá assemelhar-se ao seu progenitor , mas dentro do seu mais recôndito intimo , a si se devia a vida daquele pequeno ser , e possivelmente isso dar-lhe-ia o estatuto de “ Pai “ ... Pensando nisto , por breves momentos sonhou , olhando para a novidade .
Vera olhava para ele e tentava imaginar os pensamentos que lhe ocorriam … o que ia naquela cabeça . E o mais impressionante é que Vera nunca se lembrou do marido , nem um segundo que fosse , era assunto enterrado , definitivamente . Além demais , ela fora forçada a casar em nome da elite fazendeira , e nunca gostara dele . Foram os piores anos da sua vida ( abençoada espanhola que o desencaminhou para lá da fronteira ) .
Chico voltou para junto de Vera , e durante os momentos que se seguiram conversaram sobre os outros tempos , tempos de criança , a adolescência , os momentos de jovens enamorados .
Correr por dentro das searas , a oferenda do ramo da espiga , as brincadeiras nos balhos , a primeira troca de olhares notoriamente enfeitiçados , sentados à borda da represa escondidos por detrás dos juncos , espiando o casal de rouxinóis no seu galanteio amoroso , as mãos cravejadas de espinhos , por meia dúzia de figos das piteiras , para saciar o desejo do sua ninfa ….
Apesar de poucos e curtos , foram bons momentos , e isso ficou-lhes marcado na vida e na mente . Como seria possível esquecer tamanha aventura . Há coisas que nem a morte apaga , e decerto que estas vivências eram o caso .
No decorrer de toda esta palestra , Chico confessou-lhe timidamente que no tempo do ultramar , durante o final do serviço militar , ainda pensou em ficar por terras de África , mas a noticia da prematura morte do seu pai , a infelicidade de não poder cá ter estado no momento do funeral e a decisão de voltar para ajudar a mãe nas dificuldades da vida, com tantos filhos para criar , o despertara da vida ultramarina , a saudade fora mais forte e que nunca a esquecera .
A conversa ia escorrendo límpida e sincera , de vez em quando acariciavam as mãos um do outro e olhavam-se bem no fundo da alma . Enamorados que nunca deixaram de ser , apesar das agruras da vida , sentiam o crescer da cumplicidade a cada momento que passava . Mais desinibido , e sentindo confiança , Chico não conseguiu evitar a curiosidade :
- Vera , tens que registar o teu filhote , já sabes que nome lhe dar ??? ( questionou ele , como que ansiando pelo nome ) .
Nesse preciso momento o pequeno rebento acordou , iniciando o lamento característico de quem necessita de alimento e carinho maternal …



.Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência

.Moinante = A.J.S.B.

.Continua brevemente ..


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-  Edição de 06 abril, 2007 -

 

« Amar um " filho " , sem ser pai ... »


.Talvez seja um blog romance .
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Continuação


( XVI Parte )

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Algures na imensidão do Alentejo ...
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.........Justino aturdido , chegou ao alpendre ... Odete ao ver o estado do sogro , deu um toque com o cotovelo no marido , conversava com Afonso , que entretanto chegara com a sua mulher e o primo João , irmão de Chico . Custódio de um pulo arribou-se , e foi ter com o pai :
- Então o que é isso !? Devia de estar contente !!! Que raio de pranto é esse ??? ( questionou Custódio , admirado , ao ver o seu pai naquele mísero estado ) .
- Não sei ... não me sinto bem , leva-me para casa . ( Pediu Justino , ao seu filho ... de chapéu numa mão e o lenço na outra , sem se conseguir conter ) .
Entretanto , Odete entrara em casa , para saber junto da sogra e da cunhada , o que se passava , tendo encontrado Dona Filomena e Vera , agarradas a chorar de alegria , baixinho . Vera ao ver a cunhada , dirigiu-lhe a fala em tom baixo :
- Ele abençoou-me , e ao meu filho também ... ( disse ela para a cunhada , enquanto secava as lágrimas do rosto ) .
- A sério !? Não conheço este Justino ... O que é que lhe terá dado volta ao miolo !?? ( disse Odete para a cunhada , muito admirada ) .
- Não sei , mas espero que continue assim . ( retorquiu Dona Filomena ) .
- Olhe que ele pediu ao Custódio para o levar a casa . ( informou a nora ) .
- Filha , tenho de ir ver como ele está , e também já é tarde ... Aqui ficas bem , a Anacleta é uma jóia de mulher ... Amanhã cá estarei , descansa que bem precisas . ( disse Dona Filomena para a filha ) .
Compondo-se , deu um beijo de despedidas à filha , foi até à alcofa , e olhou de olhos a brilhar para o seu netinho , saindo de seguida . Ao chegar ao alpendre , estava Justino amparado pelo filho , a descer as escaleiras em direcção da travessa .
..........O relógio da aldeia , lá no alto da sua torre , quebrava o silêncio da noite ... em cadência certa , iniciava as onze badaladas , o som ecoava por toda a aldeia . Chico sentado nas escaleiras , desviou-se para o lado deixando Custódio e o pai passarem . Chegados ao fim da descida , Justino voltou-se para trás e encarou o Chico de olhos nos olhos , de voz quase sumida dirigiu-lhe a palavra :
- Chico ... ( iniciou ele ) .
- Sim , diga . ( respondeu ele sem rancores ) .
- Obrigado por ... ( por momentos a voz apagou-se , depois de engolir em seco , a custo continuou ) .
- Obrigado por teres salvo o meu tesoiro ... ( dito isto , Justino baixou a cabeça e colocou o chapéu ) .
- Não tem que agradecer , qualquer um faria o que eu fiz , apenas aconteceu ter sido eu ... ( respondeu Chico , na sua modesta condição ) .
Nesse preciso momento , o relógio da aldeia acabava o seu compromisso com o tempo , e fez-se silêncio ...
Todos olharam para Justino e para Chico . Era sem duvida um momento único , impensável até à um dia atrás , as pessoas presentes , olhavam-se mutuamente , e espantados com tais palavras ditas pelo velho Justino . O silêncio continuou , até que Custódio dirigiu a palavra ao pai :
- Vá , vamos andando , está na hora de arejar as ideias ... ( disse ele , tendo continuado ) - E a garrafa de vinho ??? ( perguntou como que a experimentar a reacção do pai ) .
- O Chico que a beba , ou faça com ela o que entender . ( respondeu o velho Justino , completamente desinteressado do assunto ) .
Odete depois de se despedir da cunhada também saiu , quando chegou ao alpendre , já os seus familiares iam a passar o portão , tendo chamado o marido :
- Custódio , espera que também vou . ( disse ela ) .
Ao mesmo tempo que falava , acenava com a mão em forma de despedida , aos que ficavam . Ao passar por Chico , na descida das escaleiras , transmitiu-lhe uma mensagem de Vera :
- Ela quer te ver ... ( disse-lhe Odete ) .
Custódio , voltou para trás e foi dar as despedidas à irmã , Chico esperou . De regresso , Custódio , ao cruzar com ele , fez-lhe sinal com a cabeça para dentro de casa e deu-lhe uma palmada no ombro , Chico esboçou um sorriso de orelha a orelha , chegara o momento que ele tanto desejou ardentemente . Os familiares encorajaram-no com palavras reconfortantes , Chico ergeu-se , sacudio a roupa em modos de se ajeitar , e iniciou a caminhada para o interior de casa . Ao mesmo tempo , pela porta da rua , entrava Beatriz , vinda de casa da vizinha Maria João com os irmãos mais novos , que já devidamente tratados , mas cansados do longo dia e da rotina fora do habitual , dirigiram-se aos seus quartos . Chico parado em frente ao quarto , onde se encontrava Vera , desejou-lhes a boa noite , enquanto passavam em silêncio . Chico respirou fundo , tirou a boina , ajeitou o cabelo e entrou ...
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.Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência

.Moinante = A.J.S.B.

.Continua brevemente ..


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